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A Expedição Alemã.
Em um encontro
de cientistas na França, a delegação argentina se aproximou do
Prof. Georgii, então cientista já muito respeitado pelo seu
trabalho, e o convidou para uma ida a Buenos Aires para conhecer
as condições de vôo.
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O Monte
Pascoal no Porto de Hamburgo é o navio do
meio da foto, com duas chaminés. |
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Se os
resultados em locais sujeitos a invernos rigorosos e verões
úmidos já eram interessantes, como seriam em climas mais quentes
e mais secos? A curiosidade precisava ser satisfeita.
O apoio do
governo alemão, embora limitado, não foi difícil uma vez que os
americanos já estavam penetrando na América do Sul pelo Caribe
através da Panam, de olho nas vastidões do Brasil e nas riquezas
da Argentina. Os franceses por sua vez, em uma epopéia digna de
nota e muito admirados pelas façanhas, cruzavam o Atlântico Sul
levando a mala postal entre Toulouse na França e Santiago do
Chile, atravessando as regiões áridas do noroeste da África e as
áreas ainda despovoadas do litoral brasileiro e dos pampas
argentinos.
Nasce a
Expedição Alemã à América do Sul, programada para deixar o porto
de Hamburgo, às margens geladas do rio Elba, nos primeiros dias
de janeiro de 1934 a bordo do navio Monte Pascoal da Hamburg Sud.
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